domingo, 17 de julho de 2011

Ponte D. luis I



A Ponte Luís I liga as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, atravessando o rio Douro.

Por proposta de Lei de 11 de Fevereiro de 1879, o Governo determina a abertura de concurso para a “construção de uma ponte metálica sobre o rio Douro, no local que se julgar mais conveniente em frente da cidade do Porto, para a substituição da actual ponte pênsil”. Foi vencedora a proposta da empresa belga Société de Willebroeck, com projecto do Engenheiro Teófilo Seyrig.
Teófilo Seyrig que, já fora o autor da concepção e chefe da equipa de projecto da Ponte Maria Pia, enquanto sócio de Eiffel, assina como único responsável a nova e grandiosa Ponte Luís I. A construção iniciou-se em 1881 e foi inaugurada em 31 de Outubro de 1886.

Características:

* Comprimento: total 385,25 m
* Peso: 3 045 toneladas
* Arco: mede 172 m de corda e tem 44,6 m de flecha.
Fonte:Wikipédia

terça-feira, 28 de junho de 2011

A minha porta...




A minha porta

Vezes sem conta entrei por esta porta,
Vezes sem conta espreitei por ela,
Mesmo que torta pelo tempo,
É a minha porta.

Corri, cai, perdi,
As vezes que passei por ela,
As vezes que a abri,
Para ver quem vinha cá bater.

É, não, foi a minha porta,
Pois já não moro lá.
Agora só ranges com o teu empeno,
Desculpa se te deixei assim, Porta

O teu novo dono irá cuidar de ti,
Irá dar-te nova vida e....
Alguém irá novamente entrar, espreitar, cair, correr, abrir e bater...
Nesse teu empenho de uma vida.

sábado, 18 de junho de 2011

A dedaleira...






A dedaleira (do alemão "Roter Fingerhut" (dedal vermelho) para as flores desta planta), também chamada de "campainhas" pelo formato de suas flores, é uma erva lenhosa ou semilenhosa (Digitalis purpurea L.; Scrophulariaceae), venenosa, nativa da Europa. Pode ser cultivada como medicinal, por conter digitalina, e também como ornamental, pois possui inúmeras variedades hortícolas de flores róseas ou brancas.

Esta planta fornece um importante medicamento cardíaco chamado digitalina, prescrito em alguns casos de arritmia ou insuficiência cardíaca.

Se impedida de terminar o ciclo através do corte da inflorescência murcha, retorna a florescer. Sua utilização medicinal deve ser muito criteriosa pois é uma planta muito tóxica em doses altas e se administrada a pessoas que não necessitam de seus efeitos. Excelente para bordaduras e maciços, jardineiras e vasos.